20:30. 20 de Abril de 2010. Da Luz (ligada) ao inferno do Mestalla.
A bola começou a rodar á mesma hora nos dois clássicos. Em Espanha via-se o respeito mutuo, em Portugal a tristeza do costume dada pelos do costume.
Primeira parte apagada na Luz (que curioso), duas equipas com medo do que podia suceder do jogo. No Mestalla a equipa de José Mourinho ia abafando o super Barcelona.
21:15, intervalo nos dois jogos, ambos empatados a zero.
21:30, começa a segunda parte dos encontros. E tudo muda, em Espanha a equipa de Guardiola toma conta do jogo e um Super Iker segura o Madrid durante 45 minutos levando tudo para o prolongamento. Em Lisboa o estádio da Luz sofre novo apagão, mas desta vez de tristeza. A equipa comandada por André Villas-Boas acelera, o Benfica não tem pernas.
Jesus teme pelo resultado, os encarnados estão perdidos. Gradualmente Moutinho vai aparecendo no jogo, vai tomando as rédias do meio-campo do Porto que na primeira parte sentiu a falta de Guarín.Troca de bola portista, Cristian Rodríguez descobre Moutinho, sai tiro e o primeiro está lá dentro. E como se costuma a dizer, só custou o primeiro. O segundo acontece, em fora de jogo milimétrico é certo (foi compensado com as expulsões poupadas aos jogadors do Benfica e um penalti que caiu do céu). O terceiro não tarda e o Benfica está perdido. Lá aparece o penalti, fumo sem fogo. O jogo acabava com a palhaçada do Fábio Coentrão encostado ao Xistra, mas ai está, espulsão poupada, assim como a do Carlos Martins minutos antes. Mais uma vez o F.C.Porto dava um banho de bola ao Benfica, e o mestre André fazia o graudo passar mais uma vergonha.
Atenções centradas em Espanha, muda de SportTv e poe isso no Mestalla. O Barcelona tem bola, mas o Real cria perigo.Ronaldo ameaça com o pé, faz um golaço com a cabeça.
O Barcelona cai, Mourinho é finalmente aceite. A festa passa para Sibelles, e nem a queda da Taça do topo do autocarro fez os animos diminuirem.
Grande noite de futebol.
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